Investir 60% mais em novas parcerias com canais do que no ano passado, visando expandir a área de atuação da empresa em torno de uma solução de monitoramento e gerenciamento de TI. Esse é o objetivo da OpServices, que quer espalhar pelo Brasil o seu carro chefe de vendas, o OpMon.
?Reformulamos a política de canais e agora temos como elencar as vendas indiretas em três segmentos: Sales Partner, empresas que são indicadas por canais já representantes e que vão atuar junto a eles, Technology Partner, parceiros que completam o ciclo comercial e fazem o básico técnico (pré-venda), e Solution Partner, que oferecem 100% de atendimento, desde o ciclo comercial até o técnico. Acreditamos que, desta forma, conseguiremos atender melhor às necessidades do mercado?, afirmou Sandro Vaz, responsável pelos parceiros da OpServices.
A companhia espera agregar ao seu portfólio de parceiros mais 50 revendas até o final do ano, que estejam prontos para trabalhar com médias e grandes empresas em todo o Brasil. Atualmente, a OpServices vem apresentando um crescimento anual de 30% e, segundo Vaz, a intenção é dobrar esse número no biênio 2012/13. ?A questão é simples: vamos investir para que neste ano consigamos treinar e especializar os novos representantes, com ciclos intensos de treinamento, e a partir do ano que vem atuaremos forte para que alcancemos 60% ao ano?, complementa.
A empresa tem buscado investir mais em marketing cooperado, participando de evento junto a seus clientes, o que acredita ser um excelente meio para fidelização e expansão da marca.
?Nossa solução é voltada para empresas que já contam com uma infraestrutura de TI consolidada, grande, e que agora precisa de algo que gerencie todo esse ambiente. Na mesma linha, queremos que revendas de todo o Brasil – que tem nesse mercado seu foco de atuação ? procurem alinhar sua oferta ao nosso produto?, explica Sandro.
A princípio, a OpServices busca fortalecer seus canais no Sudeste e estabelecer novas alianças em mercados em que ainda não conta com representantes de vendas, como é o caso de Minas Gerais, que, de acordo com Sandro, tem um enorme mercado em potencial, devido ao forte crescimento econômico dos últimos anos, e pouca oferta especializada para infraestruturas de tecnologia. Apenas para lembrar, a empresa não exige exclusividade aos seus parceiros.
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