Omie oferece solução de inteligência artificial fiscal para PMEs

O ano de 2019 será de grandes expectativas para os empreendedores. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Sebrae, 67% dos gestores mostram uma perspectiva otimista para este ano. E, para auxiliar em tais melhorias, há empresas que carregam em seu DNA o empreendedorismo e formas de apoiar cada empresário no Brasil.

Este é o caso da Omie, empresa que oferece sistema de gestão empresarial na nuvem, visando o segmento PME, pequenas e médias empresas, em parceria com escritórios de contabilidade. Com propósito de levar prosperidade e longevidade ao empreendedor, a empresa visa a experiência do usuário acima de tudo. Atualmente, a companhia possui mais de 23 mil clientes e oferece softwares online voltados para funcionalidades de backoffice e integração com aplicativos verticais.

Pensando em trazer benefícios para o empreendedor através de um ERP ainda mais inteligente e automatizado, a Omie buscou um parceiro com know-how embarcado na área fiscal e tributária. Assim, uma parceria foi firmada com a Systax, empresa de inteligência fiscal e única a organizar acervo com 18 milhões de situações tributárias, com a finalidade de apoiar diretamente os usuários do sistema. A Omie sai novamente na vanguarda e é a primeira a oferecer a Inteligência Artificial Fiscal integrada ao software.

Muitas empresas presentes no mercado, principalmente as pequenas, não conseguem acompanhar as frequentes mudanças na legislação tributária, passando a operar com alíquotas e outros parâmetros incorretos, gerando riscos ou até mesmo pagamento maior ou menor de tributos. A solução da Systax é um dos itens fundamentais para que a atribuição de mais inteligência ocorra, e está presente na nuvem em conjunto com os sistemas da Omie, fazendo com que a tributação seja fornecida automaticamente aos clientes.

O principal motivo da aproximação entre as empresas foi uma questão enraizada nos valores de cada uma delas: a ética. A Systax e a Omie vinham estruturando em conjunto ideias sobre como poderiam desenvolver uma oferta que levasse benefícios operacionais e qualidade da informação para as operações dos clientes. A parceria conta com processos sem a necessidade de interação humana, reduzindo tempo e, principalmente, esforços por parte dos usuários.

Como benefício, as empresas trouxeram ofertas especiais que facilitam a rotina de cada usuário: tecnologia de ponta com uso de inteligência artificial, previsibilidade de alterações fiscais e tributárias, mitigação de riscos a pagamentos de multas ou penalidades fiscais e otimização na produtividade. Uma preocupação das empresas foi oferecer um sistema de qualidade, de fácil acesso ao usuário. A integração com a Systax foi realizada dentro da plataforma da Omie de forma natural, visando a melhor experiência possível por parte do cliente, que passa a usufruir de Inteligência Artificial Fiscal em seu sistema de gestão por um valor acessível.

Marcelo Lombardo, CEO & Founder da Omie, conta que a rotina de acompanhar a legislação e promover as atualizações de tributos no ERP consome bastante esforço dos clientes, e exige profissionais capacitados. Ele comenta como a aplicação dentro do ERP pode atribuir mais assertividade no cálculo tributário.

“A questão fiscal é uma dor para quem empreende. Nós sentimos essa dor e entendemos. Por isso, focamos em trazer soluções que potencializem a produtividade, de forma que o negócio ganhe espaço para crescer. Buscamos esta parceria com a Systax e nos tornamos o primeiro ERP a ter Inteligência Artificial Fiscal, de forma integrada no sistema. Com a Systax, conseguimos gerar valor, segurança dos dados, maior assertividade e antecipação de alterações na legislação vigente”, diz.

Jerson Prochnow, CEO da Systax, explica a atuação da Systax como parceira. “Nossa principal atividade consiste em acompanhar as mais de 30 publicações diárias de atos legais e normativos, e nossos sistemas aplicam essas informações no monitoramento constante das operações de nossos clientes, avisando o sistema Omie, por exemplo, quando uma determinada mercadoria teve a sua alíquota alterada”, pontua.

“Como o sistema trata tanto os tributos federais (IPI, PIS e COFINS) quanto o ICMS Estadual (com variações como Substituição Tributária, Partilha, Antecipação, etc.), são mais de 160 campos de informações que entregamos ao ERP. Ou seja, a informação é complexa e ‘instável’, já que a legislação muda muito. Daí é que decorrem os erros nas empresas que não conseguem acompanhar tudo isso manualmente”, finaliza o executivo.

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