A operadora Oi publicou na última sexta-feira (7) um fato relevante anunciado o acordo de um contrato de exclusividade com a nova oferta feita por Claro, TIM e Vivo que oferece R$ 16,5 bilhões pela divisão de ativos móveis da operadora, colocada à venda em junho.
De acordo com o Teletime, a Highline — empresa que havia fechado um acordo de exclusividade anterior com a Oi — ainda não se manifestou e pode até ter desistido da negociação, para privilegiar outras aquisições, como a divisão de torres da própria Oi, que está mais alinhada com o negócio principal da empresa.
A reportagem do Teletime também apontou que o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), autarquia responsável por aprovar fusões e aquisições dentro do Brasil, acredita que, dentro do cenário atual, a aquisição da divisão móvel da Oi pelas três principais empresas do setor poderia ser benéfica ao cenário econômico.
Segundo o fato relevante publicado na sexta, o acordo tem validade até o dia 11 de agosto (terça-feira) e pode ser renovado caso uma das partes demonstre interesse
A OpenAI divulgou na última quarta-feira um relatório revelando que propagandistas ligados à China utilizaram…
A Anthropic enviou ao Congresso dos Estados Unidos, na última quarta-feira, uma série de recomendações…
A Leo, maior revendedora de insumos para marcenaria do Brasil, finalizou a migração de seu…
A NTT Data criou um AI Office no Brasil, uma iniciativa estratégica para inovar no…
O Centro Histórico-Cultural da Santa Casa de Porto Alegre encontrou na inteligência artificial uma forma…
O LinkedIn anunciou hoje (10), em evento para imprensa em São Paulo, a marca de…