Eis um número surpreendente: 44% das áreas de TI representadas em nossa pesquisa avaliam, testam ou usam infraestrutura de desktop virtual. Entre elas, mais da metade citou a substituição de PCs existentes ou aplicativos instalados localmente como objetivo. Corajosos 20% analisam adicionar aplicativos virtualizados aos dispositivos móveis. O caso de uso mais simples para VDI é a substituição de servidores de terminais legados, mas isso responde por 30% das atividades de virtualização.
Antes de assumir VDI como uma solução milagrosa, pense duas vezes. 85% da empresas que usam, testam ou avaliam têm grandes preocupações com gastos, aceitação de usuário e desempenho, além de dúvidas sobre como garantir que todos os aplicativos irão funcionar.
O sonho de VDI e virtualização de aplicativos é que ele dispensa problemas com suporte porque a TI será capaz de lidar com eles centralmente, já que tudo roda em servidores centrais. Mas já ouvimos essa história com thin clients e PC blades. Todos falharam ao mudar os desktops da maioria dos funcionários, porque os usuários não ficam satisfeitos com os resultados. A TI deve olhar para VDI/virtualização de aplicativos como forma de consertar uma parte do problema com sistemas operacionais, provavelmente, para um pequeno número de usuários. Comece analisando o servidor de terminal que está em uso e que, provavelmente, pode se beneficiar de um upgrade.
VDI é melhor que thin client convencional, baseado em servidor, por oferecer experiência de usuário mais flexível e que copia, com mais precisão, o desempenho do desktop. No entanto, não é substituto para a maioria dos desktops. Para começar, é mais caro em termos de licenças, hardware e infraestrutura. Você pode criar todos os modelos de ROI para provar que pode ser mais barato no longo prazo, mas é tudo questão de fluxo de caixa.
Essa é uma das razões pelas quais os negócios podem considerar o modelo Chromebook, do Google, com a taxa mensal. Uma opção melhor do que pensar em substituir PCs é focar a virtualização de desktops em aplicativos específicos, removendo-os de dispositivos locais. Pode ser a solução mais plausível, especialmente para aplicativos complicados. Ainda exige investimento alto, mas se a TI conseguir virtualizar aplicações críticas e entregá-las em diferentes dispositivos e plataformas, as empresas podem se convencer.
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