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O CMO precisa, antes de tudo, conhecer o consumidor, concordam executivos

Nada de inventar a roda. Um Chief Marketing Officer (CMO) arrojado e capaz de apresentar resultados busca informação em diversas fontes, conhece profundamente o cliente, sabe identificar as qualificações mais relevantes nos profissionais para compor sua equipe e é essencialmente um líder de negócios antes mesmo de ser um líder do marketing.

 

A receita é de três CMOs de empresas norte-americanas de destaque no mercado de plataformas digitais de comunicação e vendas, que estiveram juntos na tarde desta terça-feira (5/11) no Web Summit, em Lisboa, durante a mesa redonda “O que é preciso para ser um CMO moderno?”.

 

Meagen Eisenberg, da Trip Actions (software de gestão online de viagens para empresas e turistas), Tom Klein, da plataforma de automação de marketing Mailchimp, e Janine Pelosi, da multinacional de software de comunicação multimídia Zoom Video Communications fizeram parte da discussão.

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Estar sempre disposto a aprender continuamente é essencial ao CMO. “Quais são suas fontes? O que você está lendo, com quem está falando e que tipo de meios você usa para adquirir mais conhecimento?”, questionou Meagen. “Marketing está em tudo e por isso é preciso encontrar inspiração em todo lugar”, complementou Tom Klein.

 

“Estar sempre disposto a aprender continuamente é um pressuposto. Quais são suas fontes? O que você está lendo, com quem está falando e que tipo de meios você usa para adquirir mais conhecimento?”

 

A executiva da TripActions destacou ainda a necessidade de saber identificar talentos e contratar as pessoas certas para um time inovador. Mas qualificações preciosas de uma equipe completa citadas pelos CMOs, como por exemplo saber contar histórias ou “liderar estratégias”, segundo Janine Pelosi, devem ter como base o profundo conhecimento do consumidor. “O que ele usa, quais os lugares em que ele está indo, do que ele acha que precisa”, pontuou Klein.

 

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“Há muita coisa distraindo as pessoas hoje nos meios digitais e precisamos entender quem compra, o que o cliente de cada região precisa, para poder chegar a ele de forma diferente”, acrescentou Meagan. Neste contexto, conviver com as mudanças e adequar rapidamente as estratégias em função delas, segundo a executiva, também se tornou uma condição essencial. “Os negócios estão se transformando em uma velocidade dramática”.

 

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