As novas tecnologias são grandes promessas e, muitas vezes entregam um grande valor quando
centradas em torno de problemas direcionados. Por exemplo, o ambiente de rede nos próximos cinco anos não será mais controlado por roteadores e switches ou por outros tipos de hardware, mas sim por software. A grande vantagem dessa mudança é uma melhoria do monitoramento e também aumento de desempenho da infraestrutura de TI, que passará a ser controlada de forma centralizada. As configurações serão feitas em um único ponto da rede e não mais por devices individuais. Trocando em miúdos, SDN tem impacto direto em cloud e em segurança.
O problema é que a maioria das novas
tecnologias como cloud e redes definidas por software ( SDN) não são de fácil
assimilação. Há uma quantidade considerável de trabalho e de formação
profissional exigidas antecipadamente para implementá-las, e os profissionais
de TI precisam estar preparados para orientar suas organizações, determinando
quando as novas tecnologias são de fato relevantes e quando devem ser
implementadas.
A tarefa é urgente, já que
a indefinição das fronteiras entre redes e dispositivos decorrentes da
tendência de cloud é um fator por trás do impulso para SDN. As redes são
gargalos na nuvem privada. Tecnologias de servidor e armazenamento evoluíram
para recursos comuns, mas as redes permanecem muito manuais. E redes
administradas manualmente podem ser uma barreira para qualquer movimento de
nuvem devido à necessidade de agilidade. O uso de SDN tem potencial para
superar essa barreira. Para serem mais ágeis, as redes devem ser virtualizados
e o modelo SDN oferece um método de baixo custo para chegar lá.
Pesquisa da SolarWinds levantou a opinião de mais de
700 gestores de TI ouvidos pela empresa em seis países – Austrália , Brasil,
Canadá , Alemanha , Reino Unido e EUA – sobre como a complexidade da rede vai impactar a área de TI nos próximos cinco anos. Profissionais de TI em
todos os seis países concordam que equipamentos mais inteligentes e mais complexos, BYOD e segurança estão deixando a rede mais complexa. Abaixo, um
infográfico (abra em outra janela para ampliar) criado pela empresa com o resultado das respostas dos 101 profissionais brasileiros que participaramdo estudo.
Confira:
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