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Stefanini anuncia consolidação no ecossistema de cibersegurança

O Grupo Stefanini, multinacional brasileira de serviços de TI, anunciou essa semana que está consolidando suas marcas de segurança da informação sob uma única liderança: a Stefanini Cyber. O objetivo da companhia, segundo comunicado enviado em primeira mão ao IT Forum, é consolidar o conhecimento em cibersegurança e reforçar a atuação do grupo nessa área.

O movimento não é por acaso: o Grupo Stefanini registrou crescimento no Brasil e América Latina com soluções de cibersegurança. Só Brasil esse aumento foi de 45% em 2023.

A divisão é liderada pela Cyber, antes chamada de Stefanini Rafael. Segundo a companhia, a empresa já tem ofertas estratégicas para o combate de ataques cibernéticos para clientes de toda a base global, especialmente Brasil e América Latina. São ao todo mais de 600 especialistas em segurança da informação ao redor do mundo.

Leia também: Grupo Stefanini terá R$ 1 bilhão até 2026 para novas aquisições

Entre as empresas de cibersegurança da Stefanini estão também a Cyber Smart Defence, a Safeway e a TecCloud.

Há ainda parceiros de negócio cujas soluções ficarão embaixo da Cyber. A IMBEL, que tem uma cooperação técnica firmada com a Stefanini e atua no desenvolvimento de tecnologia para uso militar do Exército Brasileiro no campo de Rádios Definidos por Software; e a Nozomi Networks, especialista em segurança de OT (Tecnologia Operacional) e IoT (Internet das Coisas).

“Atingimos um grau de maturidade capaz de atender amplamente aos vários mercados ao redor do mundo. Essa consolidação nos credencia de forma integrada e queremos ampliar continuamente nosso ecossistema de cibersegurança em todos os nossos clientes”, diz em comunicado Marco Stefanini, fundador e CEO Global do Grupo.

Leidivino Natal, CEO da Stefanini Cyber e, portanto, líder desse novo portfólio consolidado, diz que a empresa tem “ofertas robustas e compatíveis com todos os segmentos da economia”. Destaca processos de monitoramentos de redes, detecção de ameaças e de anomalias.

“Sabemos que uma metodologia de gestão da segurança cibernética eficaz deve abranger os pilares de processo, tecnologia e pessoas. Entendemos que não basta apenas a aplicação de tecnologia, mas também a criação de políticas e procedimentos efetivos para permitir a governança do plano de segurança cibernética e, principalmente, a conscientização e treinamento das pessoas envolvidas”, diz Natal.

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