A Skype está estudando o mercado brasileiro para desenvolver sua estratégia de expansão no País por meio de telefones celulares. Ao longo desta semana, executivos da companhia têm se reunido com empresas de São Paulo e Rio de Janeiro para descobrir qual o modelo de serviços que melhor se adequaria às necessidades no Brasil.
“O mercado brasileiro é o mais importante para a Skype nas Américas, após a América do Norte. Sabemos que muitas pessoas usam o Skype no Brasil e também que há uma grande penetração de celulares e muitos usuários gostariam de reduzir seus custos com ligações”, afirma Don Albert, vice-presidente e diretor geral da Skype para as Américas.
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Para 2009, o objetivo da companhia será focar em consumidores finais, estimulando-os a adotar o software como uma de suas ferramentas de comunicação, o que exigirá que o Skype seja mais fácil de usar e tenha maior disponibilidade. Também faz parte da estratégia da empresa para este ano a oferta do Skype para dispositivos móveis e auxiliar as empresas a modernizar seus negócios por meio do serviço.
“Para alcançar os usuários brasileiros, estamos abertos a estabelecer um diálogo com as operadoras para criar ofertas por meio de parcerias”. A estratégia é algo que demora a amadurecer em qualquer mercado, mas temos certeza que aumentar a base de clientes é o maior benefício para elas”, afirmou Tom Yeung, diretor de produtos e planejamento de negócios da Skype para as Américas.
A Skype usou como exemplo de negócio uma parceria com a operadora de telefonia britânica Hutchinson. Segundo o executivo, há cerca de dois anos, a operadora tem oferecido o Skype para os usuários e percebeu que o uso do serviço de voz não diminui e, por outro lado, o uso da rede de dados aumentou.
Com isso, no final do ano passado, a operadora identificou que 80% dos usuários novos aderiam à operadora por causa do Skype. Na época, foi criado um plano pré-pago com o custo de 10 dólares por mês apenas para o uso de voz, via Skype, na rede da Hutchinson.
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