Para Humberto Cagno, diretor de telecomunicações da Siemens, em pouco tempo deve-se ter as plataformas IMS como padrão nas operadoras. “Hoje, é uma tecnologia ‘em fase de trial’. Temos 30 instalações em todo o mundo”, comenta. “Mas acredito que em um ou dois anos será realidade.”
No Brasil, o executivo cita um acordo com a Telemar, em fase de trial. “Estamos desenvolvendo produtos para, até o final deste ano, testar a plataforma”, conta Cagno.
Paralelamente à iniciativa com o Centro de Convergência, a Siemens está apostando nos serviços de terceirização de redes, tanto para operadoras, quanto para clientes corporativos. A Telemar é, mais uma vez, cliente da Siemens para esses serviços. “A verdade é que operadora não precisa se preocupar com rede. O negócio deles é marketing e billing”, diz Cagno, explicando o potencial que a empresa pretende aproveitar.
A expectativa da Siemens com esses esforços é aumentar em 20% ao ano a participação da área de serviços em sua receita total. “Hoje, os serviços respondem por 25% do faturamento. Nossa intenção é que esse número chegue a 50%”, conclui o executivo.
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