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Sete dicas para facilitar a migração para o Windows 7

Empresas que pretendem fazer o upgrade do sistema operacional dos PCs, seja o Windows XP ou Vista, para o recém-lançado Windows 7, podem encontrar pela frente um processo mais simples, se levarem em consideração alguns truques para gerenciar este processo, e assim evitar conflitos durante a atualização.

Para simplificar esta migração, especialmente entre pequenas e médias empresas que normalmente não possuem um departamento de TI organizado, especialistas apontaram sete passos essenciais que devem ser seguidos para um upgrade sem traumas.

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Teste a compatibilidade da máquina
De acordo com dados da Forrester Research, mesmo após dois anos e meio do lançameto oficial do Vista no mercado, o Windows XP ainda é utilizado por 86% das empresas que utilizam a plataforma Microsoft.

O problema  que esse contingente de empresas não poderá migrar do XP diretamente para o Windows 7, pelo menos não com a ‘facilidade’ de quem já adotou o Vista. E isso representa um sério desafio.

Primeiramente, a parte de hardware pode não ter os drivers necessários, memória e outros componentes compatíveis.

Leia também:
>> Especial Windows 7: tudo sobre o novo sistema operacional
>> Recursos de rede do Windows 7 para usuário doméstico e pequena empresa
>> Recursos do Windows 7 facilitam a vida dos administradores de rede
>> Por que migrar para o Windows 7 e quando isso deve ser feito

Observando esta dificuldade de migração, a empresa Persystent Software criou o Persystent Suite, que oferece ferramentas que testam os PCs e verificam o espaço em disco e a compatibilidade dos componentes com o novo sistema operacional.

O aplicativo pode ajudar administradores de rede a determinar quais computadores podem lidar com um update do sistema operacional, ou o que será preciso atualizar no hardware para que o sistema seja atualizado.

Planos para licenças
Ao contrário do XP, o Windows 7 oferece diversas versões que devem ser consideradas pelas empresas no momento em que a migração for decicida. Especialistas afirmam que três dessas versões devem ser avaliadas. 

A primeira seria o Windows 7 Professional, opção mais em conta e que está disponível via canal de vendas OEM, distribuidoras ou por volume de licenças.

O Windows 7 Enterprise é a edição que assegura às empresas o direito de troca caso possuam uma licença Windows que tenha a cobertura Microsoft Software Assurance – um programa de manutenção de software da Microsoft oferecido como opcional no licenciamento em volume.

A versão Enterprise oferece funções adicionais que organizações globais podem considerar relevantes, como a ferramenta de rede DirectAccess, que permite aos usuários móveis que se conectem à rede da empresa sem precisar usar ferramentas VPN ou BranchCache.

Já o Windows 7 Ultimate é mais voltado aos consumidores finais, pois não é vendido via licença de volumes – mas pode ser utilizado como uma central de mídia em um ambiente corporativo.

Compatibilidade dos aplicativos
Não é apenas a parte de hardware que precisa ser checada. Os aplicativos proprietários e os drivers também devem passar pelo crivo da compatibilidade. Este tipo de teste irá indicar os potenciais problemas que podem ocorrer após a instalação do Windows 7.

Existem aplicativos de terceiros que rodam automaticamente e detectam as máquinas problemáticas, emitindo relatórios detalhados. Empresas como a CA e a Persystent Software oferecem esse tipo de ferramenta para teste.

Tire vantagem da automação
Para muitas empresas, adquirir um software corporativo para auxiliar na migração de sistemas pode gerar altos custos. Mas especialistas alegam que migrar ou gerenciar um ambiente Windows 7 sem uma tecnologia de automação irá sobrecarregar o departamento de TI e trazer problemas durante a implementação.

Empresas grandes costumam já ter um sistema de gerenciamento automatizado, porém pequenas e medias empresas normalmente não conseguem arcar com os custos de um software deste tipo. Para contornar isso, a Microsoft oferece uma ferramenta gratuita e que faz esse trabalho.

O software Microsoft Deployment Toolkit (MDT) 2010 foi otimizado para suportar demandas do Windows 7 e tem funcionalidades embutidas capazes de auxiliar a migração do Windows XP para o Windows 7. O MDT 2010 Beta 2 já está disponível para download no site da empresa.

Considere a virtualização
O lançamento do Windows 7 está levando as empresas a considerarem outra nova tecnologia: a virtualização. A promessa de que o novo sistema facilita o gerenciamento e melhora a segurança de sistemas virtuais, pode levar os consumidores a apostar nesta seara.

A Microsoft oferece dois produtos que tiram vantagem da virtualização. O Microsoft Application Virtualization ajuda a reduzir o tempo ocioso dos usuários tornando as aplicações relacionadas ao Windows como centrais e necessárias para o gerenciamento.

Já o Microsoft Enterprise Desktop Virtualization permite que os administradores de rede criem, entreguem e centralizem o gerenciamento de um ambiente virtual com Windows XP ou 2000 (baseado no Microsoft Virtual PC 2007).

Além das ferramentas da Microsoft, outras de terceiros – como VMware e Citrix – também podem melhorar o desempenho do desktop virtual e fornecer alternativas viáveis para uma migração ao Windows 7.

Substituir o hardware
Para algumas empresas, porém, um plano de migração pode se tornar um plano de substituição. Desktops e notebooks obsoletos podem ser mais facilmente substituídos do que atualizados. Além disso, novas máquinas já sairão com o novo sistema instalado e prontas para suportar as novas características do Windows 7.

De acordo com especialistas, a crise econômica mundial fez com que muitas empresas postergassem a troca de seus equipamentos até a recuperação da economia. E isto pode acontecer já no início de 2010, com substituições em massa realizadas pelas empresas.

Se um consumidor compra um PC com Windows 7 com as características de otimização, como inicialização mais rápida, tempo para desligar mais veloz e maior vida útil da bateria, a produtividade do usuário irá aumentar bastante.

Prepare-se para o gerenciamento das correções
Qualquer plano de gerenciamento de um sistema cliente deve incluir um gerenciamento das correções (patches).

Antes de migrar para o novo sistema operacional, administradores de TI devem estar cientes de como o upgrade irá impactar nos procedimentos de gerenciamento das correções e também assegurar que tenham novas e necessárias políticas de correção.

Além disso, muitos fornecedores que oferecem ferramentas de automação dentro dos pacotes de migração, também poderia oferecer correções para as empresas que adotarem o Windows 7.

Para os administradores, a facilidade está em poder fazer um único download com a correção e então distribuí-la internamente, em um processo que é mais rápido e menos importuno aos dispositivos dos clientes.

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Redação
17 anos ago

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