Mais de 80% dos especialistas em segurança cibernética dizem não ter muita confiança na própria capacidade de detectar e responder a ameaças na nuvem em tempo real, aumento de 16% em comparação com os resultados de uma pesquisa feita anualmente pela Cybersecurity Insiders e encomendado pela Fortinet, o Estado da Segurança na Nuvem de 2026.
Apesar disso, a pesquisa indica que 88% das organizações operam em ambientes híbridos ou multicloud, aumento em relação aos 82% do ano passado. Entre elas, 81% dependem de dois ou mais provedores de nuvem para executar cargas de trabalho críticas (78% ano passado) e 29% relatam usar mais de três.
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Segundo o estudo, as escassez equipes de cibersegurança em todo o mundo estão sobrecarregadas, o que leva a respostas lentas e alertas perdidos. Três quartos (74%) dos entrevistados relatam escassez ativa de profissionais de cibersegurança qualificados, enquanto 59% permanecem nos estágios iniciais de maturidade em segurança na nuvem.
Além disso, as soluções de segurança estão se expandindo, mas sem coordenação. O resultado são ferramentas desconectadas, controles inconsistentes e visibilidade ponta a ponta limitada, diz a Fortinet. As equipes de cibersegurança são forçadas a correlacionar manualmente alertas de vários sistemas que não foram projetados para funcionar em conjunto. Para quase 70% das organizações, a proliferação de ferramentas e as lacunas de visibilidade são os principais obstáculos para uma segurança na nuvem eficaz.
“À medida que mais empresas se lançam em um futuro impulsionado pela inteligência artificial, a segurança na nuvem se torna mais crítica do que nunca para o sucesso e, talvez, até mesmo, para a sobrevivência de uma empresa”, diz em comunicado Vincent Hwang, vice-presidente de segurança na nuvem da Fortinet. “A velocidade de adoção da IA está mudando exponencialmente a forma como os ambientes de nuvem são gerenciados e está expandindo a superfície de ataque a uma velocidade que supera os modelos de segurança tradicionais e, também, a capacidade das equipes de proteger estas implantações.”
O relatório pode ser acessado nesse link.
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