As empresas brasileiras podem reduzir em até 60% os custos totais de propriedade (TCO) ao repatriar workloads estáveis da nuvem pública para ambientes privados ou híbridos. Os dados indicam que workloads “sempre ligados”, como bancos de dados, sistemas críticos e storage intensivo, são os mais propensos a gerar economias.
Os dados são de um estudo da EVEO, o Cost Reality Report 2025. O estudo analisou faturas de 30 empresas brasileiras de médio e grande porte ao longo de 12 meses, simulando três cenários: nuvem pública, privada e híbrida. As projeções consideraram um período de cinco anos, câmbio entre real e dólar, e inflação média sobre o preço da energia.
“Durante anos, a nuvem pública foi vendida como uma solução única para todos os problemas, mas a realidade é que workloads previsíveis não precisam pagar pela elasticidade que não usam”, diz em comunicado Julio Dezan, diretor de operações da EVEO.
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O estudo também cita pesquisas recentes feitas por terceiros, e que indicam que 83% dos CIOs planejam repatriar parte de seus workloads ainda em 2025. E 53% de líderes seniores afirmam que a nuvem privada é prioridade para novas cargas de trabalho nos próximos três anos.
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