“Nós teremos nossa própria loja dentro do site, da onde esperamos obter entre 60% e 70% da nossa receita”, afirma o executivo. Além da venda online de produtos, o novo provedor gratuito pretende tirar o resto da sua receita de mídia stream e mídia online. O Pop está fechando parcerias e quer entrar agressivamente no mercado de banda larga. Um dos acordos já feitos pelo novo provedor foi com a empresa australiana The Basement, que vai fornecer clipes de músicas 24 horas por dia.
Outro diferencial do Pop será a capacidade de armazenamento de e-mails. “Hoje em dia, os usuários da Internet já estão acostumados com o provedor de correio eletrônico que eles usam, seja pago ou não”, argumenta Almeida. Para conquistar esses, o Pop aposta na qualidade atendida pela operadora GVT, e nos 100MB de espaço em disco para armazenamento, dos quais 50MB são apenas para e-mails.
Segundo o diretor, o provedor investiu, inicialmente, R$ 10 milhões – recursos do InoWeb que tem como investidor-chave o Merryl Lynch – entre publicidade e produtos, e espera atingir 500 mil usuários no primeiro ano de atuação. Além disso, pretende distribuir 2,5 milhões de CDs de instalação nos próximos seis meses. Os usuários poderão também fazer o download do software de acesso no próprio site.
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