Embora pareça algo óbvio, muitas empresas não passam por um processo de planejamento de suas ações em segurança da informação. Para o especialista Edison Fontes, que também leciona na Fiap, é essencial que as companhias se programem pelo menos para os 36 meses à frente. É um trabalho que envolve desde um raio X do que a área possui até a árdua tarefa de priorização. “Precisa haver uma avaliação da situação, respondendo à pergunta de como a empresa está em termos de segurança?”
O especialista lembra que as coisas estão conectadas, ou seja, o planejamento se liga à política, que está atrelada à conscientização do usuário e assim por diante. “A forma estruturada é o pulo do gato. Se não faz avaliação, o planejamento não vai. Isso é obrigatório para todos. Mesmo que ande devagar, é importante saber para aonde está indo. Não saber onde está é a pior situação”, alerta o professor e consultor.
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