Por sua vez, a conectividade fez com que a prática de parcerias comerciais, tecnológicas, institucionais, financeiras passasse a ter um valor estratégico para o sucesso das empresas: ninguém deve lançar-se na Internet sozinho. Aceitar esse conceito pode ser difícil para empresas com uma história de lucratividade ?autônoma.
Por exemplo, esses novos modelos de negócios pressupõem a concentração cada vez maior das empresas naquelas atividades em que possuem pleno domínio e excelência logística, desenvolvimento de produtos, relacionamento com os clientes, produção, exploração da marca, tecnologia e terceirização ou delegação das demais atividades.
Além disso, no mundo virtual, é preciso atrair o cliente ou consumidor para o site de sua empresa: outros sites afiliados ou parceiros que apresentem algum tipo de sinergia podem cumprir muito bem esse papel, ainda que em troca de um compartilhamento das eventuais receitas geradas pelo ?direcionamento? do cliente (vide o modelo da Amazon).
Na nova economia, representada pelo e-business, mais do que a empresa ser competitiva, toda a cadeia de valor empresa, fornecedores e clientes precisa ter um nível de eficiência adequado, para que todos os seus participantes possam continuar crescendo e lucrando.
Nesse mercado conectado e de fácil acesso é muito mais difícil criar barreiras para defender o seu market share: uma forma de fazer isso é tomar os melhores parceiros o mais cedo possível, deixando para os concorrentes o esforço de igualar a eficiência e a competitividade que a cadeia de valor construída pela sua empresa pode oferecer.
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