Mandic explica que a estratégia de continuar provendo acesso grátis aos 800 mil usuários do Super11.net – que deixou de operar por dificuldades de caixa (leia mais) – está dentro do conceito empresarial do iG, que é o de atrair audiência para seu portal.
O empresário reforça que o modelo de negócios da companhia não depende exclusivamente de publicidade ou da venda de banners. “O iG ganha por projeto de comunicação. Se uma companhia quer desenvolver um site de saúde, por exemplo, a gente cria o conteúdo”.
Segundo Mandic, o portal não está passando por ajustes em seu modelo de negócios. “O iG não mudou um milímetro no projeto que tinha desde o começo, em setembro do ano passado. Nossa filosofia tem sido a mesma”, garante o executivo.
“O acesso só é futuro para companhias que exploram o tráfego, ou seja, as empresas de telecomunicações. Desde o início do provedor Mandic, ouço que a venda de acesso aos usuários não é o melhor negócio para as empresas de Internet”, completa.
De acordo com Mandic, o iG tem hoje 2,9 milhões de contas de e-mail cadastradas, 14 milhões de page views por dia e 72 milhões de minutos diários de conexão.
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