Peter Firstbrook, analista senior do instituto, afirma que a grande mudança foram os novos recursos de segurança, especialmente o ‘Wireless Protected Access’, que enfraqueceu dramaticamente o melhor argumento contra o uso do WiFi.
De qualquer forma, o próprio executivo destaca que, apesar de melhorar as questões de autenticação e criptografia, não é a resposta para todos os problemas de segurança. Segundo ele, a monitoração constante é um componente-chave da segurança das redes sem fio. “Os CIOs precisam criar um plano que atendam os diferentes níveis de segurança necessários para limitar o risco organizacional”, finaliza Firstbrook.
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