Para gerenciar um time com mais de 100 profissionais, espalhados em vários países, a gerente de TI da BIC para América do Sul, Maria Aparecida Filha, revela que precisa de muita organização e, principalmente, um controle rígido sobre a gestão do seu tempo – e do da equipe -, para evitar que as interferências externas afetem os resultados esperados.
Na prática, isso significa que no dia-a-dia da executiva não há espaço para erros no cumprimento de metas relacionadas aos projetos sobre os quais a área é responsável. Como? Todo final de ano, aproximadamente em novembro, Maria consulta a previsão dos departamentos de negócio e as demandas sugeridas pela TI para os próximos 12 meses e desenvolve um plano de atuação.
Com a divisão das tarefas entre a equipe, em dezembro, a líder de tecnologia transforma esses planos em objetivos específicos – com prioridades, prazos e fases de cada projeto. “Assim, consigo prever quantas horas por semana, por exemplo, serão necessárias para o desenvolvimento de determinado projeto”, conta Maria.
A gestora ainda complementa explicando que apenas dessa forma garante que, ao longo do ano, as tarefas sejam cumpridas mesmo com interferências externas. “Sou rígida quanto a isso; se não conseguir passar as horas planejadas em determinado projeto em uma semana, faço hora-extra até atingir esse objetivo. Caso contrário, os atrasos se acumulam e a qualidade do programa é comprometida”, conclui ela.
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