Atualmente 18% das empresas do setor de saúde e ciências da vida adotam, de forma parcial ou ampla, a inteligência artificial (IA). Esse indicador, no entanto, pode chegar a 74% nos próximos três anos, um aumento de mais de 300%, segundo o Relatório Global de IA em Finanças, da consultoria KPMG, publicado recentemente.
A IA generativa, no entanto, ainda é bem menos adotada: 8% a utilizam atualmente, e 42% pretendem usá-la no futuro.
“As empresas do setor de saúde e ciências da vida estão buscando a implementação da inteligência artificial. Mesmo com um número tímido na adoção atualmente, as perspectivas de adesão da tecnologia para o futuro são altas”, diz em comunicado Leonardo Giusti, sócio-líder da KPMG no Brasil.
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O estudo indica que 59% das empresas estão implementando o recurso, 25% estão em fase inicial e 16% podem ser consideradas líderes. Elas investem 7,3% do orçamento em IA atualmente, podendo a chegar a 8,6% nos próximos três anos.
As barreiras para adoção de IA nas empresas passam pela segurança e privacidade de dados (segundo 59% dos executivos ouvidos), falta de habilidades e conhecimentos (53%) e dificuldade em coletar dados relevantes e consistentes (48%). Apesar dos obstáculos, o retorno sobre o investimento em IA (ROI) foi de 22%, segundo os entrevistados.
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