Pelo mobile banking, o cliente poderá efetuar suas transações bancárias online tanto por notebook como por palmtop. Por notebook, terá acesso a todo o conteúdo e funções existentes no portal Itaú. Por palmtop, os serviços são automaticamente adaptados para o formato palmtop. As funções já disponíveis são: saldo de conta corrente, saldo de poupança, transferência de conta corrente para conta corrente, extrato de três dias e Itaumotors (informações sobre os prestadores de serviços que estão cadastrados neste serviço do Itaú, o que permite a compra e venda de veículos entre correntistas do banco).
Por enquanto, as outras funções do Itaú Bankline serão apresentadas no formato convencional. “Em breve, serão desenvolvidas outras funcionalidades, como avisos específicos sobre movimentação da conta corrente, para aproveitar ao máximo a conexão contínua com a internet. Estamos desenhando produtos do banco para novos ambientes, como para plataforma móvel”, conta o executivo do Itaú. O banco já desenvolveu serviços como internet banking, Itaú bankfone e TV interativa. A base de clientes online vem crescendo. Hoje, segundo a instituição, já são mais de 1,9 milhão de usuários operando no Internet Banking da instituição. Em dezembro de 2000, eram 1,4 milhão de usuários. E mesmo a TV interativa, ainda uma novidade no Brasil, já está dando resultados para o banco. “Fizemos uma parceria com a Directv, que está oferecendo a TV para vários estados, e estamos contentes com o retorno até agora, bem acima do esperado”, diz Pereira Pinto, que não pode revelar como esse sucesso se traduz em números.
Na busca por informatização, os maiores obstáculos não são os eventuais problemas ocorridos com os sistemas de tecnologia da informação, mas sim a questão da acessibilidade dos usuários. “Muita gente ainda não tem acesso à internet ou não usa celular, por exemplo. Para facilitar as coisas, temos uma parceria com a America Online: oferecemos um disquete para instalação do AOL, com descontos diferenciados para os clientes – de acordo com o relacionamento que eles têm com o banco”, conta o executivo. “Tecnologia boa é aquela de fácil acesso, transparente e descomplicada. É boa para o cliente, que a usa com maior frequência, e para nós, que conseguimos detectar melhor o perfil dos usuários”.
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