Nos dias de hoje, a palavra inovação está relacionada a novos processos internos que tragam benefícios aos consumidores. No entanto, esse conceito está em mutação, pois a tendência é que o ato de inovar esteja cada vez mais perto dos próprios clientes. De acordo com o estudo “The next step in open innovation”, da McKinsey Quarterly, Internet e novas redes sociais possibilitam uma maior interação entre empresas e consumidores. A principal vantagem é que, agora, o player que utiliza o produto também pode criá-lo.
Mesmo em um ambiente promissor, dizem os pesquisadores, nem tudo são pontos positivos. “Algumas organizações líderes estão usando essa oportunidade para deixar os consumidores no coração do processo de desenvolvimento dos produtos. Cocriar produtos e serviços com os clientes, no entanto, é um terreno de incertezas repleto de desafios e questões—por exemplo, quem possui a propriedade intelectual resultante?”, pergunta o estudo.
A McKinsey cita empresas como LEGO, HP e Apple, que têm modelos colaborativos de inovação. O estudo cita também a Wikipedia, “um verdadeiro fenômeno da Internet”, que “sugere que as companhias podem tirar uma vantagem ainda maior da especialização ao ceder mais controle à rede de participantes que interagem entre si (distribuidores, clientes, ou ambos) das decisões sobre o conteúdo dos produtos.”
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