A carioca Ideais quer fugir da concentração de receita em poucos clientes. A provedora de serviços de TI traçou uma estratégia de diversificação de negócios que prevê ataque em três frentes de expansão: geográfica, parcerias e produtos.
O ano vem sendo agitado. A companhia abriu um escritório comercial em São Paulo. Pouco antes disso, adquiriu uma empresa (a Hiperativa), agregando ofertas de rastreamento, telemetria e serviços baseados em localização.
A empresa também desenvolveu uma plataforma de e-commerce focada em pequenos e médios varejos e uma ferramenta para a vertical de finanças. Ainda ampliou a base de fabricantes parceiros e criou duas novas unidades de negócio (mobilidade e business intelligence).
Tudo isso para deixar para traz um cenário onde, mesmo mantendo uma carteira com dez clientes ativos, 80% das receitas concentra-se em apenas um, o megavarejo virtual B2W.
A mudança deve chegar em breve. Um contrato para um projeto de arquitetura orientada a serviço (SOA, na sigla em inglês) com uma empresa de energia deve equilibrar a balança a partir de 2013.
Prestes a completar uma década de vida, a Ideais deve fechar este ano com um faturamento na casa dos 22 milhões de reais, empregando 150 pessoas. A meta é chegar em 2015 com receitas da ordem de 50 milhões de reais, considerando apenas crescimento orgânico.
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