Mas características sociais, políticas e econômicas do Brasil acabam limitando a quantidade de pessoas que puderam acessar a banda larga. O instituto também cita como dificultador o fato de não ter havido incentivo governamental para dar suporte ao crescimento de banda larga no País.
Segundo Vivian Chibana, analista da IDC Brasil e responsável pelo estudo, o mercado de banda larga possui uma demanda a ser desenvolvida e muitos usuários a serem atingidos, e para isso é preciso que alguns fatores, como preço de acesso, custo de PCs e oferta de entretenimento, sejam adaptados à realidade brasileira.
E, por fim, a aceitação dos serviços de banda larga pelo segmento corporativo deve aumentar porque algumas operadoras enfocariam sua estratégia no segmento vertical de prédios comerciais. A própria expansão da internet e dos processos digitais dentro das empresas faria com que partissem para o acesso de alta velocidade.
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