Com planos de ampliar a capacidade de atendimento aos seus pacientes em cerca de 40% até 2011, o Hospital Albert Einstein se viu diante de um desafio: manter-se na ponta quanto à adoção de tecnologia, consolidar a gestão da infraestrutura e contar com uma rede inteligente, onde todos os serviços pudessem ser integrados, interligando sete unidades.
Após considerar as necessidades, a empresa optou pela tecnologia da Cisco para supri-la. A instituição instalou switches Cisco Catalyst para compor o núcleo da rede e permitir a execução de serviços de voz, dados, wireless e de arquivamento de imagens e sistemas de comunicação comunicação (PACS, do inglês Picture Archiving and Communications System) de forma integrada.
De acordo com o CIO do Albert Einstein, Sérgio Arai, antes da implantação as redes eram antigas e não dariam conta da expansão para a qual a organização esta se encaminhando. “Hoje estamos preparados para o Plano Diretor, que prevê as metas de expansão informadas”, afirma o executivo.
A nova infraestrutura permitiu ao hospital consolidar todos os servidores em um único datacenter (antes eles ficavam espalhados em cada unidade) e garantiu acesso às imagens arquivadas a partir de qualquer local da instituição.
O meio de comunicação entre os profissionais da equipe médica mudou. Hoje médicos e enfermeiros contam com ramais móveis, que são telefones IP wireless conectados à plataforma da Cisco, em substituição aos celulares que eram utilizados anteriormente, mais custosos.
Segundo Arai, tão importante quanto os benefícios já esperados foi a possibilidade que a nova rede abriu de implantar novos aplicativos de gerenciamento. “Das persianas das janelas à temperatura mantida pelo ar condicionado, tudo é controlado pela central localizada na unidade principal, no Morumbi”.
Outro grande benefício é a centralização do gerenciamento de ativos, que passou a ser feito com tecologia RFID. Equipamentos estratégicos contam com tags ativas que permitem que os gestores conheçam sua localização e sua disponibilidade, também de forma centralizada.
Segundo Arai, os benefícios podem ser traduzidos em melhoria de padrão de atendimento e em fôlego para manter o ritmo de expansão. Até 2011, estão previstas a construção de novas instalações, oferta de serviços ambulatoriais extras e a criação de uma clínica para intervenções cirúrgicas mais simples, tudo suportado pela infraestutura já implantada.
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