Não é raro ouvirmos dizer que algo antes considerado único tornou-se uma commodity e, em momentos de redução de custos e, consequentemente, de pessoal, acabamos nos preocupando ainda mais com a possibilidade de “commoditização” de nossas habilidades profissionais.
Quando percebemos que nossas funções e conhecimentos não valem tanto quanto no passado, tendemos a achar que a solução de todos os problemas é “mostrar serviço” à companhia. Assim, mergulhamos em xícaras de café e trabalhamos mais de 12 horas por dia.
De acordo com um levantamento realizado pela Expedia.com – associação global que analisa os hábitos relacionados às férias dos trabalhadores ao redor do mundo – os norte-americanos, por exemplo, estão cada vez mais abdicando de suas folgas. Segundo o estudo, em 2005, 31% dos cidadãos empregados não tiraram férias. Tal número aumentou para 33% em 2006; e 35%, em 2007.
O instituto de pesquisa Pew Research Center avaliou a relação entre as horas trabalhadas e os dispositivos móveis de comunicação de cerca de 2.100 profissionais. Aproximadamente 59% dos participantes que ocupam postos gerenciais ou de alto comando e têm acesso a e-mail, telefones celulares e comunicadores instantâneos declararam que a demanda para que trabalhem mais tempo seguido aumentou. Entre os que possuem smartphones e PDAs, 63% afirmaram que os gadgets os fazem trabalhar mais horas.
O cenário atual, resumidamente, nos mostra uma era na qual cada vez menos pessoas desempenharão mais funções. A tendência, então, é que reajamos de forma enlouquecida, nos colocando a trabalhar intensamente, todos os dias. Entretanto, meu conselho é: não façam isso. Não ponham em risco sua saúde e seus relacionamentos pessoais.
Com o objetivo de evitar as longas jornadas e manter os empregos, os executivos devem desenvolver a imagem de “colaboradores valiosos”, já que esses são os profissionais dos quais as organizações não poderão abrir mão. Para tanto, seguem algumas dicas:
• Eduque-se: Avalie como suas funções impactam nos resultados do negócio e busque maneiras de direcioná-las nesse sentido;
• Seja criativo: Pense em novas iniciativas para melhorar os resultados corporativos. Mesmo que tais idéias não sejam adotadas no primeiro momento, servirão para exercitar a mente na busca pela inovação constante;
• Seja seu relações-públicas: Construa uma marca pessoal valorizada entre o board da companhia e seus colegas de trabalho.
A computação quântica ainda não tem aplicação comercial em escala. A Hewlett Packard Enterprise (HPE)…
A China voltou a defender a criação de mecanismos internacionais de governança para inteligência artificial…
A SpaceX alcançou um marco importante e histórico poucos dias após sua estreia na bolsa…
A inteligência artificial já entrou no radar estratégico das empresas brasileiras, mas sua adoção ainda…
Na visão de Domingos Bruno, especialista do IT Forum Inteligência, o CIO do futuro não…
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou a posição brasileira sobre governança digital e inteligência…