A contratação alimentou as especulações de que o Google vai criar sua própria versão do Firefox para competir com a Microsoft e seu Internet Explorer – que hoje domina disparadamente o mercado. O Google já registrou o domínio Gbrowser.com e incorporou ao seu time diversos profissionais especializados em Internet Explorer no ano passado.
O cargo de Goodger será engenheiro de software e ele dedicará metade do seu tempo à instituição sem fins lucrativos Mozilla, que é dona do Firefox.
O browser gratuito já foi baixado mais de 20 milhões de vezes e atualmente tem um market share de pelo menos 5%, de acordo com estimativas da indústria. Uma posição que deve crescer muito se alavancada pela marca Google.
O CEO da empresa de buscas na web Eric Schmidt afirmou que a companhia não está construindo um browser, mas que pode incluir características próprias no Firefox.
O Google expandiu bem, além de seu negócio principal, que é busca na Internet, especialmente depois do IPO em agosto do ano passado. Agora a empresa oferece um serviço gratuito de e-mails (Gmail) com a capacidade de 1000 Mb por usuário, um serviço de blogs (Blogger), um site para comparação de preços (Froogle) e um site de notícias. Além disso, acaba de anunciar um serviço de buscas para programas de TV.
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