No segundo trimestre deste ano quase 100 milhões de dispositivos Android foram vendidos, outros 28 milhões com iOS. Os tablets se popularizaram e o número de adeptos é crescente. Dados da IDC, por exemplo, mostram que as vendas de tablets no Brasil saltaram 275% no segundo trimestre de 2012, com 606 mil aparelhos vendidos. Desta forma, a tendência é que cresça, também, a exigência dos usuários em torno das aplicações. E as companhias precisam entregar algo mais atraente, trazendo um mix de agilidade, interatividade e de fácil uso.
De olho nessa configuração do mercado, a Artech tem trabalhado para ampliar as capacidades de sua plataforma Genexus no que diz respeito a criação de aplicativos móveis. Entre as novas capacidades adicionadas à Evolution 2, versão mais recente do software e que está no mercado desde março deste ano, está o uso de capacidades já disponíveis no aparelho como GPS, acelerômetro, câmera, gravador e mesmo as relativas ao software, como agenda de contatos, calendário, email, SMS, navegador e conexão com as principais redes sociais.
Além disso, a versão, que já é usada por 30% da base de desenvolvedores Genexus, permite o uso das famosas push notifications, inclusão de publicidade e compra embarcada. Todas essas funcionalidades devem facilitar o trabalho do desenvolvedor e até atrair novos interessados em criar a partir da plataforma, já que tais funcionalidades permitem criar diversos modelos de monetizar o aplicativo.
Mas como adiantou Nicolás Jodal, vice-presidente e cofundador da Artech, na abertura do 22º Encontro Genexus, em Montevidéu, Uruguai, já está em curso o desenvolvimento de uma nova versão, chamada internamente de Tilo, que trará, além da liberação do Windows, a possibilidade de criar aplicativos que funcionem offline. Como lembrou o executivo, é uma forma de complementar algo que ainda faltava à plataforma.
Esse tipo de capacidade é interessante, sobretudo, para aplicativos corporativos. Imagine um software para lançamento de pedidos ou mesmo coleta de dados em campo. Em diversas áreas o serviço de dados móvel não é bom o bastante para segurar uma aplicação rodando e enviando informações em tempo real. Assim, é essencial o funcionamento offline. ?Queremos fazer uma evolução para garantir mais agilidade à aplicação e na interface de usuário para melhorar interação. Não é nenhuma revolução?, atestou o VP.
*O jornalista viajou a Montevidéu a convite da Artech
A computação quântica ainda não tem aplicação comercial em escala. A Hewlett Packard Enterprise (HPE)…
A China voltou a defender a criação de mecanismos internacionais de governança para inteligência artificial…
A SpaceX alcançou um marco importante e histórico poucos dias após sua estreia na bolsa…
A inteligência artificial já entrou no radar estratégico das empresas brasileiras, mas sua adoção ainda…
Na visão de Domingos Bruno, especialista do IT Forum Inteligência, o CIO do futuro não…
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou a posição brasileira sobre governança digital e inteligência…