Segundo pesquisa feita pela Frost & Sullivan, o mercado latino-americano de conteúdo para aparelhos móveis deve chegar a 8,9 bilhões de dólares em 2014. No ano passado, o faturamento do segmento atingiu 1,15 bilhão de dólares.
Conforme observam Justina Trotta e Andrés Sciarrotta, analistas de pesquisas da empresa, as operadoras de telecomunicações têm investido seus esforços na transmissão de dados, principalmente por conta do fraco crescimento das receitas de voz.
O número de usuários desse tipo de serviço foi de 57,1 milhões em 2007, o que representa 31,1% do total de assinantes de serviços móveis na América Latina. No Brasil, 37,7% dos 122,8 milhões de usuários de telefonia celular são também clientes de conteúdos móveis.
Para Sciarrotta, o número de usuários ainda não é maior pelo fato de alguns aparelhos não serem capazes de rodar todos os serviços de conteúdos, especialmente jogos e vídeos. Além disso, parte dos usuários tem dificuldade para utilizar os recursos disponíveis.
As duas maiores economias latino-americanas, Brasil e México, apresentaram um crescimento de quase 50% no ano passado, em comparação ao ano anterior. As receitas com conteúdos móveis nos dois países chegaram a 1,11 bilhão de dólares.
A China voltou a defender a criação de mecanismos internacionais de governança para inteligência artificial…
A SpaceX alcançou um marco importante e histórico poucos dias após sua estreia na bolsa…
A inteligência artificial já entrou no radar estratégico das empresas brasileiras, mas sua adoção ainda…
Na visão de Domingos Bruno, especialista do IT Forum Inteligência, o CIO do futuro não…
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou a posição brasileira sobre governança digital e inteligência…
A autoridade de concorrência do Reino Unido apresentou um conjunto de exigências que poderá alterar…