Após dois anos de privatização das telecomunicações, mais de dois terços da população brasileira, cerca de 109 milhões de habitantes, serão atendidos em seus municípios por prestadoras de Serviços Fixos Comutados (STFC).Somente com as “espelhinhos”, empresas que vão prestar serviços de telefonia fixa em municípios que não são atendidos pelas operadoras espelhos, 26 milhões de pessoasterão acesso aos serviços de telecomunicação. Os dados são da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O balanço foi anunciado pelo presidente da Comissão de Licitação da Superintendência de Serviços Públicos da Anatel, Apkar Minassian, e inclui os novos números obtidos com as licitações de 1 a 9 destinadas à escolha das espelhinhos.
Essas empresas entrarão em operação em dezembro de 2001 e deverão render aos cofres públicos R$ 8,89 milhões, dos quais R$ 2,93 milhões relativos às licenças concedidas a 208 municípios nas licitações 1, 2 e 3, R$ 3,81 milhões relativos à 208 municípios nas licitações 4, 5 e 6 e R$ 2,15 milhões nas licitações 7, 8 e 9.
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