Gustavo Gierun, CEO da Distrito. Foto: Divulgação
O setor de startups de energia no Brasil anda aquecido, segundo novo levantamento do Distrito. Entre janeiro e novembro deste ano, as chamadas energytechs cresceram 134%, em comparação com o mesmo período do ano de 2021, totalizando US$ 288 milhões captados em 15 rodadas de investimentos, contra US$ 123 milhões levantados no ano anterior.
Segundo avaliação do Distrito, o aumento nos investimentos no setor de energia foi puxado pela categoria energia renovável, com aportes de US$ 399 milhões desde 2015.
“O mapeamento mostra que os problemas climáticos, a volatilidade de preços de energia e a evolução regulatória estão atraindo o interesse do investidor para as energytechs. Essas empresas têm conseguido criar soluções que atendem a demanda por fontes renováveis e que, ao mesmo tempo, tornam seu consumo mais eficiente”, explica Gustavo Gierun, CEO e cofundador do Distrito.
Durante os dez primeiros meses do ano, a categoria energias renováveis atraiu US$ 276 milhões. Os dois maiores deals do período são de empresas que atuam com energia solar: a Órigo, com US$ 134 milhões, e a SolFácil, uma rodada de US$ 130 milhões. A categoria respondeu por 92,3% de todo o volume captado no período.
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