Segundo Barrett, o Brasil tem tudo para se tornar líder em e-business na América Latina e a oportunidade está aí para que essa liderança vá além da região.
Sobre a estratégia para chegar lá, o executivo disse que não existe uma receita simples ou standard, e que ela vai depender do tipo e da natureza do negócio. Mas fez algumas sugestões para os empresários presentes no auditório do teatro Alfa Real: a Internet deve ser considerada uma prioridade nacional e a disponbilidade de acesso deve aumentar; a implementação do e-business deve ser acelerada; programas de educação e treinamento são importantes bem como os investimentos na infra-estrutura de telecomunicações.
Sobre a possibilidade de produção de PCs mais baratos que garantam o acesso de um público maior à Web, Barrett disse que isso não depende apenas de PCS, mencionando que a própria Intel estará colocando no mercado, em breve, uma doc station voltada especificamente para permitir o acesso à Web e a e-mails.
Sobre as recentes aquisições da Intel nas áreas de networking, Barrett adiantou que dentro de alguns anos a Intel não estará mais focada exclusivamente em chips e arquitetura para a indústria de computação, devendo se estender às áreas de processadores para networking e telecomunicações, que poderão representar até 50% do faturamento da empresa.
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