Pesquisa global realizada pela Thales, e conduzida pelo Ponemon Institute, aponta que 44% das companhias brasileiras passaram a investir na criptografia de dados para proteger a marca ou mesmo danos à reputação causados pela violação das informações. O mesmo levantamento revela que 31% das empresas que investem nesse tipo de solução buscam, também, que seus compromissos de privacidade sejam cumpridos.
O Estudo das Tendências em Criptografia 2011 ouviu mais de quatro mil executivos e gerentes de TI na Alemanha, Austrália, nos Estados Unidos, França, Japão, Reino Unido e Brasil. O País fez parte do levantamento pela primeira vez. Embora a taxa de uso entre os países tenha uma variação grande, a pesquisa aponta que a criptografia ganhou importância em todos os mercados investigados. As companhias, aponta o levantamento, incluem esse tipo de solução como parte da estratégia de proteção de dados.
Embora o CIO, CTO ou líder de TI continue sendo o maior influenciador no uso da criptografia (22% dos casos), o estudo aponta uma tendência onde executivos de outras áreas de negócio passam a reconhecer a importância dessa tecnologia dentro da política de proteção de dados das empresas.
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