Segundo Pedro Guasti, diretor da e-bit, o principal fator responsável por esse aumento foi a entrega no prazo dos produtos. Cerca de 86% dos entrevistados afirmaram que estavam satisfeitos com a entrega de seus produtos. Ou seja, o trabalho de logística das lojas virtuais que se prepararam para o Natal passado continuou surtindo efeito.
Em fevereiro, o tíquete médio das compras virtuais chegou a R$ 212, enquanto que no mesmo período de 2001 o valor gasto era de R$ 149, em média – um aumento de 42,3%. Outra constatação foi a de que os internautas que realizaram sua primeira compra gastaram mais do que e-consumidores antigos. Em média, os marinheiros de primeira viagem gastaram R$ 221; já o tíquete médio dos mais experientes (que já fizeram mais de 10 compras) ficou em R$ 205.
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