Se voltarmos alguns anos, nem imaginávamos o quanto seríamos dependentes de aparelhos para operar tarefas básicas, como encontrar um endereço. O fato é que as ondas de tecnologia trazem consigo promessas de revoluções inevitáveis, como já vimos com o telefone, a televisão, o computador e, mais recentemente, smartphones e tablets.
E você já deve ter percebido qual é o hype da vez: estamos falando das tecnologias vestíveis, ou wearables. O conceito engloba qualquer aparato tecnológico que possa ser vestido, como óculos, relógios e pulseiras. Eles também carregam o conceito smart, sugerindo a capacidade de integração entre corpo e ambiente, bem como outros dispositivos e sensores conectados à internet.
Estaríamos, então, mais próximos de acessar gadgets que conferiam capacidades adicionais a personagens da ficção, como o agente secreto James Bond e o inspetor Dick Tracy, para executar nossos trabalhos?
Basta olhar os lançamentos que dominam diversos eventos de tecnologia: anúncios de relógios inteligentes (ou smartwatches) de fabricantes como Samsung, LG, Motorola e Sony, além do sistema operacional lançado pelo Google para rodar nesse tipo de dispositivo, o Android Wear. Por sinal, a empresa é a criadora do que talvez seja um dos vestíveis mais comentados do mundo, o “Google Glass”. Enquanto isso, outras companhias entram nessa corrida, dando pistas sobre projetos semelhantes.
Tudo isso pode soar muito geek, mas o fato é que à medida que barreiras e preconceitos forem quebrados por consumidores, a adoção ganhará novas proporções e, consequentemente, impactará o mundo corporativo.
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