A maioria dos respondentes afirmam que os eventos de 11 de setembro tiveram pequeno impacto na maneira como eles gerenciam os riscos de ataques virtuais e que conseqüentemente não aumentaram a atenção na segurança dos ambientes internet.
Três de cada quatro entrevistados disseram que usam apenas soluções de antivirus e firewalls para se protegerem. E mais, segundo Bill Rhode, presidente de tecnologia global da The St. Paul Companies, as empresas também não estão oferecendo treinamento para os funcionários sobre este tipo de risco e também sobre protocolos corporativos de segurança.
“As empresas estão subestimando os riscos e ignorando a fragilidade de seus links e seus empregados”, afirma o executivo, complementando que os funcionários que não entendem corretamente os protocolos de segurança podem sem querer enviar via e-mail dados sensíveis sobre a companhia.
Rhode afirma que é difícil mensurar os riscos virtuais, mas que sob a perspectiva, por exemplo, de uma pequenas companhia, ele pode potencialmente colocar o negócio fora do ar.
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