Com investimento de R$ 200 mil a Comgás conseguiu, em apenas três meses, automatizar o pedido de informações sobre sua rede subterrânea de distribuição de gás natural e, reduzir em 25% a ocorrência de danos, garantindo maior segurança na entrega do produto e menos transtornos para os consumidores.
Batizado de e-geogás, o sistema de consulta à rede da concessionária oferece a prefeituras, concessionárias, construtoras e empresas prestadoras de serviços públicos, informações detalhadas de toda a rede da companhia, incluindo a localização de válvulas e medidores. Tudo através da internet.
“Antes, todo o processo era feito em papel, através de fax e envio de croquis”, comenta Roberto Newton Carneiro, CIO da Comgás. Para ter acesso ao e-geogás, basta que as empresas entrem em contato com a companhia e informem sua necessidade. Após análise do cadastro, as informações são disponibilizadas gratuitamente pela internet. “Ainda é possível criar diferentes perfis de acesso e, oferecer informações personalizadas para diferentes usuários, sejam eles terceiros, ou colaboradores internos”, completa.
O e-geogás é uma evolução do Geogás, sistema de georeferenciamento (GIS) desenvolvido pela Comgás em 2005 para monitorar a rede de gás e, que também tem sido utilizado para planejar sua expansão, levando em conta aspectos operacionais e, uma visão de marketing, incorporando análises mercadológicas baseadas em informações sócio-demográficas.
Segundo Carneiro, o investimento no e-geogás concentrou-se em equipamentos e no desenvolvimento da interface. “Tivemos o cuidado de abrigar o e-geogás em um servidor distinto para que, no caso de uma situação de inoperância do sistema Geogás, ele sirva de backup, protegendo todas as informações registradas na nossa rede e servindo de base de consulta alternativa para os usuários internos”, reforça.
Entre os cerca de 200 órgãos públicos, empresas e concessionárias que já cadastraram para utilizar o e-geogás, estão as Prefeituras de São Paulo, Campinas, Valinhos e Cajamar; as concessionárias Telefônica, Colinas, Ecovias, Intervias, além da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), Metro, Semasa, EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), Sabesp e a Construtora Camargo Correa.
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