Com o passar do tempo, fica cada vez mais definido o perfil de uso de dispositivos móveis, especialmente da categoria de tablets, criada comercialmente pela Apple há três anos. Pesquisa realizada pela empresa norte-americana Arieso revelou que, pela primeira vez, smartphones superaram esses dispositivos no que diz respeito ao consumo de dados. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (14/01).
Assine a Newsletter do IT Web
Siga o IT Web no Twitter
Curta, no Facebook, a Fan Page do IT Web
Utilizando a tecnologia ariesoGEO, que permite compreender a natureza de bilhões de conexões móveis, o estudo é realizado anualmente há três anos. A pesquisa utiliza o comportamento de usuários do iPhone 3G como indicador, no qual o consumo dos demais aparelhos são comparados.
Desta forma, durante chamadas de dados, smartphones/phablets consomem de 62% (Nokia N800) a 240% (HTC Sensations XL). Contudo, vale citar que dos 21 modelos analisados, somente cinco ficam com consumo relativo abaixo de 100%. Os demais oscilam de 110% a 195%. No caso dos tablets, são três modelos destacados: iPad 2 (125%), iPad (128%) e Samsung Galaxy Tab 2 (10,1 polegadas), com 48%.
Pela primeira vez, os usuários de smartphones estão consumindo, consistentemente, mais dados móveis do que os usuários de tablets. Dos dez aparelhos mais vorazes (excluindo os modems USB), seis eram smartphones, três tablets e um ?phablet? (combinação de smartphone e tablet). Os usuários de tablets ficaram em 4°, 8°e 9° lugares.
Em entrevista concedida ao IT Web, Michael Flanagan, autor do estudo e CTO da Arieso, explicou que a nova categoria phablet ? dispositivos que formam híbridos de smartphones e tablets, como é o caso do Galaxy Note ? são utilizados mais como smartphone do que como tablets. É importante lembrar que o discurso do levantamento divulgado no ano anterior revelava, por sua vez, que o iPad se parecia mais com smartphone do que com computador. Isso mostra uma migração de uso com o surgimento dessa nova categoria.
De qualquer forma, Flanagan não prevê que essa modificação de perfil seja o prelúdio do fim dos tablets. ?Eles servem um número de papéis importante sobre o smartphone, incluindo telas maiores, teclados maiores e especificações convenientes para muitas aplicações (visão compartilhada, etc)?, contou. ?Nós vislumbramos um futuro onde existe uma variedade de modelos de phablet (pequeno, médio, grande, etc), assim como ocorre com automóveis, cujos modelos oferecem o que o consumidor quer e precisa?, ponderou.
A computação quântica ainda não tem aplicação comercial em escala. A Hewlett Packard Enterprise (HPE)…
A China voltou a defender a criação de mecanismos internacionais de governança para inteligência artificial…
A SpaceX alcançou um marco importante e histórico poucos dias após sua estreia na bolsa…
A inteligência artificial já entrou no radar estratégico das empresas brasileiras, mas sua adoção ainda…
Na visão de Domingos Bruno, especialista do IT Forum Inteligência, o CIO do futuro não…
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou a posição brasileira sobre governança digital e inteligência…