O Brasil está parado quando o assunto é maturidade em segurança digital. Segundo uma recente pesquisa da Cisco, apenas 5% das empresas brasileiras atingem esse nível, o mesmo percentual de 2023. Enquanto isso, países emergentes como Vietnã e Singapura deram saltos significativos mesmo com menos recursos.
Diante disso, chegou a hora de sair da estabilidade e buscar uma evolução real. O Brasil tem potencial, mas precisa agir com mais rapidez e visão de futuro para alcançar os próximos patamares. A maturidade cibernética será um diferencial competitivo e quem se mexer agora, sairá na frente.
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Mas como virar esse jogo? Veja abaixo seis passos que o Brasil pode adotar para acelerar sua evolução em cibersegurança.
Boa parte das pequenas e médias empresas ainda não investe em medidas básicas de proteção digital. Criar soluções simples, acessíveis e de fácil adoção é fundamental para evitar que esse setor continue vulnerável e arraste a média nacional para baixo.
O déficit de talentos em cibersegurança no Brasil é enorme. É preciso acelerar a formação com cursos técnicos de curta duração, programas de certificação e parcerias com empresas que topem treinar novos profissionais em vez de esperar especialistas prontos no mercado.
Outros países avançaram porque fizeram da cibersegurança uma prioridade estratégica nacional. O Brasil precisa seguir o mesmo caminho: estabelecer metas, destinar orçamento, criar um plano integrado e incentivar a cooperação entre empresas, governo e sociedade.
Não basta investir em tecnologia se os colaboradores continuam clicando em links suspeitos. Treinamentos frequentes, campanhas internas e apoio da liderança são essenciais para que a segurança se torne parte do dia a dia corporativo e não um item esquecido na TI.
Startups brasileiras oferecem soluções competitivas, mas ainda são pouco valorizadas por empresas médias e governos locais. Fortalecer esse ecossistema impulsiona inovação, reduz custos e cria uma rede de proteção mais conectada à realidade do país.
Vietnã e Singapura mostraram que é possível avançar com foco e decisões assertivas. O Brasil pode – e deve – estudar o que esses países fizeram, adaptar as práticas que funcionaram e criar ambientes colaborativos para troca de experiências entre setores.
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