Guilherme Hernandez, CEO da Kyte
A startup catarinense Kyte anunciou esta semana que, após finalizar uma primeira rodada de investimentos, obteve um aporte de R$ 5,5 milhões feitos pela DGF Investimentos e pelos fundos Caravela Capital e Honey Island Capital. Com três anos de fundação e 25 funcionários, a empresa desenvolve uma plataforma de vendas e gestão de pequenos comércios, mas que já atende 25 mil usuários de 143 países, principalmente Estados Unidos, México e Filipinas, além do Brasil.
Com o capital investido, a startup pretende continuar expandindo operações e a base global de clientes. A estratégia de crescimento considera tanto a ampliação da equipe como investimentos em marketing e desenvolvimento de recursos para o aplicativo.
Guilherme Hernandez, que é o CEO da Kyte, declara em comunicado que o capital investido ajudará a startup “com conhecimento, experiência e networking, aspectos tão importantes quanto o dinheiro para os desafios de uma scale-up”.
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Recentemente a Kyte também foi uma das selecionadas para a nova turma do programa de aceleração da Endeavor, além de ser uma das participantes do programa Facebook Accelerator: Commerce. Em 2020, a empresa registrou crescimento de 217% da base de clientes e 331% de faturamento.
A empresa já está contratando e as vagas abertas para trabalho remoto podem ser preenchidas por profissionais de qualquer lugar do Brasil. Elas estão disponíveis no site da empresa.
O objetivo da startup é dobrar o número de colaboradores já no primeiro semestre de 2021. Também haverá uma expansão do aplicativo para as plataformas web e tablet, assim como um foco maior na integração para vendas por meio de redes sociais, como Facebook, Instagram e WhatsApp.
A empresa pretende ainda adotar recursos de processamento de pagamentos ao app para facilitar o gerenciamento de pequenos comércios. O Kyte Pay aceita pagamento online com cartão, carteira digital, link de pagamento e integração com maquininhas de cartão da SumUP e do Mercado Pago.
O aplicativo da Kyte inclui ferramentas de vendas e gestão. Começou como ponto de vendas mobile, mas com o tempo ganhou novas funcionalidades, como cadastro de produtos e clientes, controle de estoque, gestão de pedidos, emissão de recibos, integração com redes sociais e catálogo online que funciona como loja virtual.
Os 10 países mais estratégicos são Estados Unidos, México, Indonésia, Filipinas, Malásia, Argentina, Chile, Reino Unido e Espanha, além do Brasil, que concentra cerca de 45% dos usuários do app. O modelo de negócios é baseado no freemium, com uma versão gratuita e outra paga com mais funcionalidades – atualmente são 22 mil assinantes.
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