Segundo advogados envolvidos no caso, muitos dos credores que investiram mais de US$ 100 milhões no Napster planejam contestar o status da companhia alemã como credora em qualquer venda de propriedade. Devido ao fato dos empréstimos da Bertelsmann ao Napster serem assegurados, a companhia que encabeça a lista dos credores.
No começo deste mês, a justiça impediu a Bertelsmann de comprar o agora falido programa e relançá-lo como um serviço de cadastramento legal. O Napster, que já teve cerca de 60 milhões de fãs baixando arquivos de música grátis através de seus servidores centrais, foi forçado a fechar no ano passado depois que as maiores gravadoras convenceram uma corte federal de que ele violou leis de direitos autorais.
Mais de doze grupos, incluindo uma companhia de entretenimento sediada em Barcelona, a Private Media Group, apareceram para lançar ofertas pelo Napster no processo de falência. Na sexta-feira está marcado um julgamento da falência para considerar o melhor meio de procederem as ofertas sobre a propriedade do Napster.
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