Com estes dados, muitos analistas começam a questionar se o B2B realmente decolou ou ainda enfrenta resistência para ser adotado. Análises trimestrais do Forrester Research e do ISM (Institute for Supply Management) sobre as operações virtuais de empresas americanas mostram que o número de corporações comprando materiais indiretos (suprimentos) pela Web aumentou para 85,3% no quarto trimestre de 2002, contra 77,5% do mesmo período de 2001.
Igualmente, a porcentagem de empresas adquirindo materiais diretos, usados na produção, online subiu de 57,2%, em 200,1 para 70,3% ano passado. Apesar deste crescimento no número de empresas que estão participando do comércio eletrônico, houve um declínio no valor gasto com materiais diretos durante 2002. Já suprimentos, por outro lado, foi uma atividade que não evoluiu muito, permanecendo estável.
Em 2001, as companhias americanas canalizaram um pico de 9,7% de suas compras indiretas pela internet durante o segundo trimestre. Números comparativos do quarto trimestre de 2002 mostraram-se constantes, com uma média de 10,5% de compras indiretas sendo realizadas eletronicamente.
As companhias americanas destinaram cerca de 11,7% de seus gastos diretos pela Web no primeiro trimestre de 2001. Enquanto, no terceiro trimestre de 2002, entretanto, a quantia caiu para menos de 7% do gasto direto total. Apenas no quarto trimestre, o gasto direto por internet retornou para uma média de 9,4%.
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