De acordo com o estudo, nos últimos meses, uma série de e-mails disfarçados de correspondência de alguns dos maiores bancos do mundo chegou às caixas de mensagens de muitos usuários. As fraudes aconteceram no Reino Unido, Estados Unidos e Austrália.
“Essa prática é apenas um primeiro passo”, afirmou um especialista em segurança de um importante banco britânico, durante conferência do setor financeiro em Londres. “É como as fraudes com cartões de crédito. A pescaria de dados ainda não é séria, mas vai ser”, declarou.
Informações da agência de notícias Reuters prevêem algo maior, onde os executivos não estão esperançosos. Eles acreditam que os avanços tecnológicos não serão capazes de deter as ameaças. E a melhor defesa são os consumidores, que precisam estam mais conscientes quanto às operações online.
Reuters-EUA
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