Os números sobre aplicativos móveis de mensagens instantâneas já atingiram proporções avassaladoras. E está longe de desacelerar ? um novo relatório da Ovum apontou que o número de mensagens nessas aplicações saltará de 27,5 trilhões para 71,5 trilhões até o ano que vem. É um aumento de mais de 2,5 vezes.
De acordo com a analista Neha Dharia, especializada em telecomunicações, o número de usuários já ultrapassou a marca de 1 bilhão de pessoas e, no ano que vem, seguramente se expandirá para 2 bilhões de pessoas. De acordo com ela, as aplicações móveis passarão a ter um status de ?rede social móvel?.
Segundo ela, a indústria de mídias sociais está passando por uma grande transação, e um de seus principais motivadores é a rápida proliferação de serviços de mensagens. Os aplicativos de ?social messaging? são serviços centrados na mobilidade e virais em crescimento, com a capacidade de atingir uma vasta audiência.
Alguns deles populares no Brasil são o Whatsapp, com mais de 350 milhões de usuários mensais ativos; o WeChat, com 270 milhões de usuários; e o Line, com 300 milhões. ?E mesmo que esses players existam no mercado desde 2011, apenas em 2014 que eles se tornaram uma força?, completa.
Há uma mudança crescente para dispositivos móveis em ambos os lados do processos de desenvolvimento e não há dúvidas que serviços mobile-first tiram completa vantagens da mobilidade, mais que os serviços que foram migrados do PC para plataformas móveis?, conclui a analista. Ela ainda prevê uma perda de importância das redes sociais nessa função, pois usuários ?não precisarão mais acessar serviços por meio de uma rede social se eles podem ter um serviço próprio?, diz. O que era antes uma plataforma horizontal, evoluirá ao aglutinar diversos consumidores num único grupo.
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