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5 passos para criar uma gestão de vulnerabilidades eficaz

Cada vez mais, as companhias precisam adotar boas práticas para uma gestão de vulnerabilidades eficaz, com mecanismos para proteger ativos e sistemas contra ameaças. Segundo a NAVA Technology for Business, uma gestão eficaz prioriza corrigir vulnerabilidades mais críticas e prováveis de serem exploradas, não todas as vulnerabilidades identificadas.

Segundo Fabiano Oliveira, Chief Technology Officer na NAVA, é difícil ser invulnerável, sendo prioritário corrigir pontos de maior risco. ” A abordagem deve ser contínua e envolve processos, pessoas e tecnologias. É complexo eliminar todas as vulnerabilidades, mas podemos focar nas que têm maior impacto para o negócio”, diz ele.

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A empresa elenca abaixo cinco passos para atuar de forma priorizada.

  1. Classificação de ativos e sistemas

A base de uma gestão de vulnerabilidades eficaz é a classificação adequada dos ativos e sistemas. Este passo inicial envolve a identificação e a categorização de todos os recursos tecnológicos da empresa, permitindo uma visão clara do que precisa ser protegido.

  1. Descoberta de vulnerabilidades

Utilizando ferramentas avançadas, as empresas devem fazer varreduras em sistemas para identificar possíveis vulnerabilidades. Esta etapa é fundamental para detectar quaisquer falhas que possam ser exploradas por atacantes.

  1. Common Vulnerability Scoring System (CVSS)

O próximo passo é avaliar as vulnerabilidades usando o CVSS, sistema que atribui pontuações às vulnerabilidades com base em severidade. Este método ajuda a priorizar quais devem ser corrigidas com maior urgência.

  1. Exploit Prediction Scoring System (EPSS)

Para complementar o CVSS, o EPSS fornece uma previsão da probabilidade de uma vulnerabilidade ser explorada. Essa avaliação permite que as empresas concentrem esforços na mitigação de riscos que apresentam maior ameaça.

  1. Correção das vulnerabilidades

Fazer ajustes necessários, seja por meio de atualizações, patches ou mudanças de configuração. Este passo é fundamental para garantir que as ameaças identificadas sejam neutralizadas eficazmente.

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