A Kaspersky Lab descobriu um novo minerador de criptomoedas, o PowerGhost, que atingiu redes corporativas em várias regiões – especialmente na América Latina, sendo o Brasil um dos focos da ameaça. Para reduzir o risco de infecção por mineradores, a Kaspersky Lab recomenda que os usuários sigam quatro passos.
1. Sempre mantenham o software atualizado em todos os dispositivos que usam. Para evitar que os mineradores explorem vulnerabilidades, é necessário usar ferramentas capazes de detectar vulnerabilidades automaticamente, e baixar e instalar todas as correções.
2. Não ignorem alvos menos óbvios, como os sistemas de gerenciamento de filas, terminais de PDV e até máquinas de venda automática. Esses equipamentos também podem ser sequestrados para executar a mineração de criptomoeda;
3. Usem uma solução de segurança dedicada, equipada com componentes de controle de aplicativos, detecção de comportamento e prevenção de exploits que consigam monitorar as ações suspeitas de aplicativos e bloquear a execução de arquivos maliciosos.
4. Para proteger o ambiente corporativo, instruam seus funcionários e suas equipes de TI, mantenham os dados sigilosos separados e restrinjam o acesso a eles.
O avanço da inteligência artificial (IA) generativa está transformando o cibercrime em uma operação muito…
A proximidade da Copa do Mundo de 2026 tem impulsionado não apenas o interesse dos…
O mercado de Software como Serviço (SaaS) na América Latina deve movimentar US$ 46 bilhões…
A SpaceX elevou as expectativas do mercado sobre seu potencial de crescimento após seu IPO…
A Tim Brasil concluiu uma iniciativa de modernização de sua operação de cibersegurança que resultou…
A Unimed-BH enfrentou um choque de custos que serviu de gatilho para uma das maiores…