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Neon chega ao mercado para desafiar bancos tradicionais

O Neon, banco on-line e live de taxas, chega ao mercado disposto a inaugurar uma nova categoria no segmento bancário com a premissa de ajudar clientes a administrarem melhor suas vidas financeira

Sob o comando do jovem empreendedor Pedro Conrad, o Neon foi criado para acabar com filas, burocracia, letrinhas miúdas e inúmeras cobranças em papel. A empresa é uma evolução da Contro.ly, fintech fundada em 2014 que tem cerca de 10 mil usuários. Agora, como um banco, a meta é alcançar 100 mil clientes ativos em um ano.

Totalmente on-line e com foco no público jovem, o Neon pode ser acessado via smartphone por meio de um sistema de biometria facial que garante maior segurança.  “Oferecemos todas as soluções que as pessoas precisam direto no nosso aplicativo. Nosso principal objetivo é simplificar a vida financeira dos nossos clientes”, afirma Conrade.

Ao abrir uma conta Neon pelo aplicativo, o usuário terá dois cartões internacionais com a bandeira Visa: um físico e um virtual. O físico deve ser usado na função débito. O virtual, por sua vez, será utilizado para compras na internet, na função crédito, porém, o valor da transação é debitado automaticamente da conta. O banco não oferece linha de crédito, pois acredita que deve ser um aliado na gestão financeira e não um peso na vida de seus clientes. 

Com relação às taxas, a visão do Neon é de transparência. Não há cobrança de mensalidade fixa. Para efeito de comparação, operações como o primeiro saque e o primeiro TED mensal são gratuitas. A partir da segunda TED, a cobrança por operação será de R$ 3,50, valor abaixo do que é cobrado pelos bancos tradicionais cujos valores alcançam até R$ 15,50. 

Ao abrir sua conta digital, o cliente recebe um número de banco, agência e conta e então pode começar a verificar seu saldo, realizar transferências, pagar contas, receber pagamentos, analisar o seu desempenho, gastos separados por categoria (alimentação, transporte, educação entre outros) e ainda, criar objetivos financeiros que funcionarão como investimentos com taxas de rendimento maiores que a poupança.

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