Antonio Carlos Pereira assumiu recentemente a diretoria de TI da Uninorte, Unifacs e do EAD Nacional da Laureate Brasil. Dentre os vários projetos previstos para sustentar o novo modelo global do negócio, o executivo cita como um dos destaques para o futuro próximo um rollout da solução financeira Peoplesoft (da Oracle) em todas as nossas instituições.
“Um dos nossos desafios é entender de que forma podemos extrair mais valor das tecnologias existentes e de que forma essas novas forças”, contrapõe o CIO da instituição, que respondeu algumas perguntas sobre desafios, estratégias e planos que enxerga no horizonte.
Computerworld Brasil – Que desafios assume com a posição? Que mudança deve imprimir no departamento de TI da empresa?
Antonio Carlos Pereira – Existem, de início, dois tipos de desafios nessa minha nova missão: corporativos e pessoais. Os corporativos estão ligados ao momento vivido pela Laureate no mundo todo, se transformando em uma grande empresa global, buscando os benefícios de uma rede através de padrões de processos e ferramentas, com ganhos de escala e aumento na eficiência operacional. Já os pessoais estão ligados à difícil missão de equilibrar minhas responsabilidades em administrar a TI de duas grandes universidades: Unifacs (Salvador) e Uninorte (Manaus).
Computerworld Brasil – Que estratégias pretende implantar?
Pereira – Recentemente, uma nova estrutura foi formada na área de TI Brasil, sob direção de Fátima Primati. Como fruto dessa mudança, foi estabelecido um plano estratégico 2015-2020. Seguiremos as estratégias já definidas da corporação, que englobam a padronização de processos, sistemas, plataformas e fornecedores, bem como a adoção e disseminação de boas práticas em governança e inovação.
Computerworld Brasil – Quais projetos devem ser prioridade em 2015 e 2016?
Pereira – Dentre os vários projetos de TI para sustentar o novo modelo global do negócio, um dos destaques é o rollout da solução financeira Peoplesoft (da Oracle) em todas as nossas instituições.
Computerworld Brasil – O que pretende fazer para alavancar a inovação a partir da TI?
Pereira – Algumas pesquisas demonstram que a TI tem baixa participação no setor de Educação quando comparado a outros setores como Serviços Financeiros. Um dos nossos desafios é entender de que forma podemos extrair mais valor das tecnologias existentes e de que forma essas novas forças (Redes Sociais, Analytics, Mobile e Cloud) podem contribuir com o negócio, seja para o corpo docente, alunos e também para o grupo administrativo.
Computerworld Brasil – Como conceitos como cloud e big data devem impactar no futuro dos projetos de TI da empresa?
Pereira – A Laureate já utiliza soluções em nuvem e tem iniciativas de big data em algumas frentes de trabalho e instituições ao redor do mundo. A ideia sempre é saber onde isso faz sentido e agrega algo ao negócio, e não simplesmente aderir por “modismo”.
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