As baterias são embaladas uma a uma para evitar danos nos contatos, sendo armazenadas no Campus da Motorola, em Jaguariúna, seguindo as orientações da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. Lá, elas permanecem até que se atinja um volume suficiente para completar um container (aproximadamente 18 toneladas).
Como o Brasil não possui empresa apta a processar baterias que contenham níquel e cádmio, o material é enviado para a unidade industrial da SNAM – Societé Nouvelle D’Affinage Des Métaux, na França, que há 23 anos atua nesta área seguindo rigorosos critérios de proteção ambiental.
A empresa adverte que o descarte inadequado das baterias usadas pode trazer sérios riscos ao meio ambiente. O processo de degradação do material pode levar anos já que algumas contêm pequenas quantidades de cádmio, metal pesado que apresenta potencial poluidor do solo. Com o programa da Motorola, os clientes podem encaminhar as baterias esgotadas aos postos de serviço autorizado da empresa, onde já estão localizadas aproximadamente 227 urnas especiais para o depósito adequado do material. Elas podem ser entregues também nas lojas da Telesp Celular, Prefeitura de Vargem Grande Paulista, na Tele Pará Celular/Amazônia Celular, BCP e ATL.
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