A Microsoft publicou seu relatório anual, o Relatório de Defesa Digital (Digital Defense Report), que aborda as tendências em segurança cibernética desde o ano passado. A maior descoberta do material é de que nos últimos anos, os responsáveis pelas ameaças se tornaram rapidamente mais sofisticados, usando técnicas que tornam mais difícil detectá-los e que ameaçam até mesmo os alvos mais preparados para enfrentá-los.
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Um dos exemplos são os hackers apoiados por estados-nação que têm utilizado novas técnicas de reconhecimento que aumentam sua chance de comprometer alvos importantes. Grupos criminosos que atacam empresas transferiram sua infraestrutura para a nuvem para se esconderem entre serviços legítimos, e invasores desenvolveram novas maneiras de vasculhar a internet em busca de sistemas vulneráveis a ransomware. Veja alguns destaques estatísticos sobre essas tendências:
Desta forma, é preciso que todas as organizações, sejam elas agências do governo ou empresas, invistam em pessoas e em tecnologia para ajudar a deter os ataques, e que as pessoas se concentrem nos aspectos básicos, inclusive no uso regular de atualizações de segurança, políticas abrangentes de backup e, principalmente, que habilitem a autenticação por múltiplos fatores. Nossos dados revelam que habilitar essa autenticação por si só já evitaria a grande maioria dos ataques bem-sucedidos.
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