A Red Hat está otimista com o Brasil. A provedora aposta que o mercado local deve, “no mínimo”, dobrar nos próximos anos. A companhia, contudo, não define a dimensão atual desse segmento no País.
“É inimaginável pensar em tendências como internet das coisas, em que empresas precisam conectar mais de 20 milhões de dispositivos, sem o open source”, acredita Gilson Magalhães, presidente da companhia no país.
A fabricante, que oferece tecnologias de código aberto, embasa sua projeção sinalizando que a TI tradicional de soluções fechadas não é capaz de atender às demandas crescentes do mundo digital.
“As inovações migraram de origem e agora são derivadas de novos esforços. São mais de 1 milhão de projetos espalhados em comunidades de open source pelo globo”, sinaliza o executivo.
Além disso, a provedora aponta que, atualmente, apenas 20% dos orçamentos de TI são voltados para inovação.
Boris Kuszka, líder de arquitetura de soluções da Red Hat, observa que tendências como internet das coisas e o conflito entre a computação corporativa e pessoal (Byod) têm criado um grande gap tecnológico nas empresas.
“A TI vive o dilema de seguir funcionando normalmente e diminuir esse gap”, observa o executivo, defendendo que as soluções de código aberto são uma maneira buscada pelas empresas para preencher essa lacuna.
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